Essa certificação é concedida pela Starbucks Corporation, a maior rede de cafeterias do mundo, com sede em Seattle, Washington. Essa conquista se trata de um certificado que garante a comercialização de cafés de alta qualidade pela Starbucks Corporation.
Com a dedicação em estruturar e organizar todos os processos de acordo com as políticas exigidas, o Grupo Fazenda Bela Vista recebeu uma excelente notícia: a aprovação com 100% de conformidade na auditoria. Além disso, o destaque veio ao constatar que a fazenda se encontra acima da média em relação a outras fazendas auditadas.

C.A.F.E. Practices é um programa de verificação da Starbucks, que acredita que sempre há mais trabalho a ser feito para garantir o fornecimento de café de alta qualidade a longo prazo e para impactar positivamente as comunidades agrícolas.
A Starbucks está em processo de melhoria contínua deste programa que permite obter insights sobre os desafios enfrentados pelos agricultores e operações da cadeia de abastecimento em mais de 30 países produtores de café em todo o mundo. Informação: starbucksathome.com
]]>Esse projeto surgiu a partir de uma ideia e um desejo por viver novos desafios da Mileny Freitas e do Diego Carneiro. Em conversa com o Café Mutuca, Mileny nos conta que após a pandemia, ela e seu marido trabalhavam em um banco mas já não estavam mais satisfeitos com a rotina e sentiram vontade de viver novas aventuras. Foi aí que viram uma oportunidade de mudar de carreira e trabalhar no campo.
O casal abraçou a ideia de viver a história da fazenda, trabalhando juntamente com o Pai da Mileny que possui a Fazenda Chapada verde desde 1985, onde trabalha com café e com produção de leite há 30 anos.
Mileny de Diego focaram na produção de queijos do qual se especializaram, fizeram cursos, tiveram assesoria, criaram a marca da fazenda Chapada Verde e hoje são Mestres queijeiros.

Aliado a produção de queijo, eles também tinham um outro sonho, desenvolver o projeto de Turismo Rural. Sendo o Diego apaixonada por pedal, decidiram juntar sua paixão com o projeto de turismo, criando então o evento de ciclismo ‘Caminhos do Café Com Queijo’ que abraça os apaixonados pelo esporte, famílias e todo mundo que quer viver a experiência de fazenda e ter um dia diferente.
O projeto começou no ano passado e este ano foi implementado com a participação de vários parceiros.
É servido um café da manhã especial, tem música ao vivo, área para crianças, o momento para o passeio de pedal com o turismo pelo local e degustação de queijos, vinhos, doces e várias outras iguarias da região.
O Evento acontecerá todos os anos no mês de julho e você pode ficar sabendo pelo perfil no instagram ou em grupos de bike no whatsapp.
Os quejos fabricados pelo casal são vendidos em vários comércios de Elói Mendes como Chico Ferreira, Supermercado Guadalarrara, Mário Armando, Sacolão MS, João do Chips, Padaria do Vaguinho, Casa de Carnes Avenida entre outros e também há pontos de venda em Varginha.
Você pode conferir todos os pontos de venda no Instagram da Fazenda Chapada Verde.
]]>Um exemplo é Naiara Tomba Agostinho, que recentemente recebeu a certificação de Q Arabica Grader. Essa especialização reconhece suas habilidades no universo da degustação e avaliação de cafés. O Q-Grader (Avaliador Q/de qualidade) é um profissional credenciado e certificado pelo Coffee Quality Institute (CQI), sendo capacitado para analisar o café arábica por meio do paladar e do olfato em uma degustação minuciosa. É considerado um especialista em café. Existem duas possíveis certificações Q-Grader: a Q Arabica Grader e a Q Robusta Grade.
Nesta matéria, conhecemos um pouco da jornada de Naiara, explorando seu percurso na cafeicultura e o impacto que sua conquista tem sobre o setor.
Naiara é natural de Elói Mendes e trabalha há 14 anos na área da cafeicultura. Atualmente, ela atua no Armazém Gerais Carapina como Analista de Qualidade de Cafés Especiais, na área de Classificação e Degustação.
Em uma conversa com o Café Mutuca, Naiara menciona que trabalhar com café aconteceu de forma despretensiosa. Ela começou como funcionária de uma lanchonete no armazém, mas sua proatividade chamou a atenção e ela recebeu um convite para fazer parte da equipe do café. Inicialmente, ela trabalhou no setor de torrefação e, ao longo do tempo, desenvolveu suas habilidades e cresceu dentro da empresa.
CF: Naiara, você poderia nos contar como foi se tornar uma Q-Grader? Quais são seus sentimentos em relação a isso?
Naiara: Conquistar esse certificado foi fruto de dedicação e estudo,realização de um sonho de todos esses anos de trabalho, provar café não é um dom é um talento que se aperfeiçoa na prática constante, o amor ao café e a minha profissão foram meu impulso para alcançar esse objetivo, agradeço imensamente ao Armazéns Gerais Carapina por acreditar nos seus colaboradores.

Para se tornar Q – Grader, é necessário que o profissional passe por cursos intensivos, treinamentos e muitas provas até receber o certificado.
Esses cursos possuem 20 etapas que envolvem assuntos relacionados ao café. Os profissionais recebem aulas sobre classificação dos pretões, análise sensorial, triangulação, identificação de torra do grão, entre outros, além de passarem por exames práticos e teóricos que testam o conhecimento de cada um sobre o assunto relacionado e testes de análise olfativa, identificação de amostras, análises sensoriais e outros.
CF: Como é ser mulher nessa área tradicionalmente masculina?
Naiara: No início em 2009, foi desafiador desbravar esse universo até então predominantemente masculino. Aos poucos fui ganhando espaço e sentindo-me acolhida pelos meus colegas de trabalho e de profissão, com os quais compartilhei conhecimentos, aprendizados e experiências.
Vivenciei muitas mudanças no cenário do café, avanços nas tecnologias e a caminhada das mulheres foi muito importante, chegamos a lugares que talvez não chegaríamos fazendo com que nos tornamos fortes.
De acordo com os dados do último Censo Agropecuário realizado pelo IBGE, mais de 40 mil estabelecimentos agrícolas brasileiros com produção de café são dirigidos por mulheres.
Mulheres como Naiara, estão desempenhando um papel cada vez mais importante na cafeicultura, trazendo contribuições significativas para a qualidade do café, a sustentabilidade do setor e a equidade de gênero no campo. Além de inspirar e incentivar outras mulheres, sua história também é um exemplo de inclusão. À medida que mais mulheres se envolvem e conquistam posições de destaque, a diversidade e a igualdade de gênero vão se fortalecendo no campo da cafeicultura.
As mulheres estão cada vez mais presentes na cafeicultura e em todos os mercados e profissões. Acredito que os talentos de homens e mulheres fazem a diferença em todas as áreas quando utilizados com amor.
Naiara Tomba Agostinho
Quando todas as pessoas independente de gênero, classe, cor, têm igualdade de oportunidades e são encorajados a contribuir com seus talentos únicos, o trabalho se beneficia de uma gama mais ampla de conhecimentos e inovação, seja no setor da cafeicultura ou qualquer outro.
]]>O objetivo deste concurso é promover de forma técnica e educativa a melhoria da qualidade dos cafés produzidos em Eloi Mendes, além de proporcionar a visibilidade destes cafés a nível municipal e regional.
Confira o regulamento:
Regulamento
Poderão se inscrever cafeicultores com produção de café arábica no município de Eloi Mendes. O produtor deve se inscrever e entregar uma amostra na EMATER até o dia 04 de setembro (04/09/23). As amostras devem ser representativas do lote, o qual deve ter sido produzido na safra 22/23 (ano safra).
Cada produtor poderá participar com somente uma amostra, sendo condicionado a este a apresentação do CPF e cartão de produtor rural.
Os cafés devem ter sido processados via natural. As amostras ficarão sob a responsabilidade da comissão organizadora, a qual codificará cada amostra e as mesmas serão encaminhadas para degustadores Q-Grader, os quais avaliarão estas pela metodologia SCA. A nota será o valor de referência para classificação dos cafés.
Amostras
As amostras deverão ser representativas do lote, com as seguintes especificações:
-Tipo 2 com no máximo 4 defeitos, peneira 16 acima com no máximo 5% de vazamento, 11 a 12% de Umidade, contendo 2 kg de café.
-Entregues em saco plástico transparente no escritório da EMATER até a data limite das inscrições.
-Amostras que não atenderem as estes critérios serão automaticamente excluídas.
Obs. Não será permitida a inscrição de amostras de parceiros do concurso.
Primeira Fase
As amostras inscritas serão codificadas e entregues para o Head Judge que contará com a comissão de juízes avaliadores, os quais terão 15 dias para degustar e devolver o laudo da SCAA sobre a classificação sensorial destes cafés.
Obs. A comissão de juízes avaliadores serão compostas por provadores Q-graders, com certificações ativas, os quais são indicados pelos parceiros e aprovados pela comissão organizadora somente com a comprovação da certificação ativa.
Segunda Fase
As 10 melhores amostras classificadas, serão re-amostradas e codificadas, onde estas serão encaminhadas para comissão de juízes, os quais provarão e devolverão o laudo da classificação SCAA, o resultado final será a média das notas desta fase.
Este café deve ser armazenado em armazéns parceiros e preparados de acordo com o proposto no regulamento em embalagens padronizadas.
Fase de encerramento e premiação
Serão convidados para um evento de premiação todos os cafeicultores inscritos e premiados os 3 melhores cafés.
-1.° Premio (Campeão) – Troféu + premiação
-2. Premio (vice Campeão) Troféu + premiação
-3. Premio (terceiro lugar) Troféu + premiação
-4. ao 10 – Certificados de finalistas
A comissão organizadora não tem nenhum compromisso com leilão dos cafés vencedores.

Resumo Etapas:
Inscrições para primeira fase até 04/09/2023
Segunda etapa será uma semana 04/10/2023
Evento de encerramento e premiação (outubro/23 a agendar provável 19/10/2023
Contato para inscrição: 3264-1177 (Emater)
]]>A etapa do Circuito Mineiro da Cafeicultura-2023 é um evento divulgador de novas tecnologias e área técnica do setor, uma oportunidade para que produtores obtenham conhecimentos e novos aprendizados do setor cafeeiro desde a implantação da lavoura a comercialização.
O dia começou com um café da manhã para o momento das inscrições e finalizou com um almoço para todos os participantes.
Duas palestras foram as principais do evento, a primeira que abordava ‘Manejo correto de produzir café de qualidade, cuidados se inicia na nutrição da planta encerrando na xícara’, e a segunda com a temática ‘Manejos das podas nas lavouras’.
Estiveram presentes mais de 220 produtores, de municípios vizinhos que foram mobilizados pelos técniso da Emater.
O evento foi prestigiado pelo prefeito municipal, Paulo Roberto, Tenente Santos, Rogério gerente regional da Emater Alfenas, Presidente da ACIEM CDL, representante das cooperativas, entidade financeiros, Armazéns Café e outros.
O trecho que recebeu os trabalhos foi onde ficam as caçambas, visando garantir a conservação da via e melhorar as condições de tráfego no local.


através da Secretaria de Obras Urbanas, continuou a limpeza e capina do Lago São Cristóvão, também fez nas praças da Vila Coli e das escolas do CEMEI do bairro São Cristóvão e Luiza Carneiro da Vila Coli.

Segundo moradores, a estrada é estreita e o alto mato está invadindo a estrada atrapalhando a visibilidade.
O motorista da kombi e algumas crianças tiveram ferimentos leves. As crianças foram socorridas por uma kombi de Elói Mendes que foi buscá-las e as encaminhou para o pronto socorro de Elói Mendes. Ambulâncias de Monsenhor Paulo também foram acionadas mas chegaram minutos após as crianças terem saído do local.

Coopercam prepara o Circuito de Tecnologia 2023
Evento presencial retorna após dois anos
Com um hiato de dois anos, por conta da pandemia da Covid-19, a Coopercam retorna com o Circuito de Tecnologia, evento que tem como objetivo levar aos cafeicultores as novidades tecnológicas do setor cafeeiro. Entre os dias 15 e 23 de março, produtores de café poderão participar de palestras e cursos que irão ajudá-los na produção de suas lavouras.
Com a parceria de grandes empresas do setor agrícola, o evento será realizado em cinco propriedades rurais de Campos Gerais, e irá tratar de assuntos variados, como fertilidade do solo, nutrição de plantas e manejo fitossanitário. Para mais informações, deve-se entrar em contato como Departamento Técnico Comercial da Coopercam pelo telefone (35) 3853-0320.
| Circuito de Tecnologia 2023 | |||
| Data | Horário | Parceiro | Local/Propriedade |
| 15 de março | 15h | Syngenta | Fazenda Barro Preto / Martinho Maximiano de Oliveira |
| 16 de março | 15h | Bayer | Fazenda Santa Lúcia – Córrego do Ouro /Divanildo Alves Neves |
| 21 de março | 15h | Café Brasil | Fazenda Dois Paus / Nilson Gomes |
| 22 de março | 15h | Terra de Cultivo | Fazenda Ribeirão da Onça / Achiles Magno dos Santos |
| 23 de março | 15h | ICL | Fazenda Grama / Rodrigo Figueiredo Miarelli |
Geraldo Edilson de Paiva trabalha como gerente em indústria multinacional, mas tem um sítio no município de Espírito Santo do Dourado, onde planta café. A iniciativa de investir numa lavoura de palmito surgiu por sugestão de um amigo do Vale do Ribeira, na divisa de São Paulo com o Paraná, e que é um polo de produção de palmito pupunha no país.
O plantio no sítio foi feito no início de 2020, em uma área de 1,5 hectare, com orientações da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG). As mudas vieram do Vale do Ribeira. “Minha ideia é difundir a cultura aqui na região. O grande desafio foi ver como ela se desenvolveria no Sul de Minas, onde as chuvas são em períodos mais concentrados do que no Vale do Ribeira. Queria fazer um teste sobre como a cultura se comportaria em meses mais secos do ano”, explica Geraldo Edílson.
O produtor conta que, apesar de ter um sistema de irrigação por gotejamento na lavoura, ele passou o ano de 2022 sem irrigar o plantio para fazer um teste. “Pode ser que muita gente na região não tenha condição de fazer a irrigação. Eu precisava testar. E dá para plantar o palmito aqui na região, mesmo sem irrigação. Obviamente, ele vai atrasar um pouco, mas é possível fazer”, afirma Geraldo Edilson, que conta com a ajuda de apenas um funcionário para cuidar da lavoura de pupunha.
O engenheiro agrônomo da Emater-MG Cláudio Muassab Lima explica que os tratos culturais deste palmito são simples, já que é uma planta rústica. “É preciso fazer sempre a roçada entre as linhas de plantio e uma boa adubação de cobertura”, diz. Ele lembra que, além de resistir aos períodos mais secos do ano, a lavoura também se recuperou após ser atingida pela geada em 2021. “As plantas foram prejudicadas, mas se recuperaram bem”, lembra.
O palmito pupunha pode ser uma boa opção como plantio consorciado com bananeiras, principalmente para quem não tem muita área disponível. “A produção de banana prata no município representa uma importante atividade para a agricultura familiar. Porém, os produtores enfrentam dificuldades com a doença do mal-do-Panamá, comum nos bananais. O produtor poderia aproveitar as áreas mais ensolaradas do bananal para a inclusão do palmito e ter outra fonte de renda”, comenta o técnico da Emater-MG.
Ele informa ainda que, no primeiro ano, a pupunha também pode ser consorciada com cultivos de ciclo curto, como o feijão ou olerícolas. Nesta fase, a planta ainda não causa sombreamento na cultura com a qual será consorciada.
Texto: Agência Minas
Quando o produtor rural se interessar pelo serviço ou produto ofertado, ele receberá atendimento instantâneo dos vendedores e expositores inscritos na feira. Esse atendimento poderá ser feito pela plataforma através de ferramentas como WhatsApp.
Serviço:
2ª Feira Digital Coccamig
31/08 a 04/09 – das 7h às 17h
Acesse: www.feiradigitalcoccamig.com.br
Com informações Blog do Madeira.
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